No dia a dia, as pessoas fazem interferências de assuntos psicológicos de forma negligente.
Os cientistas de comportamento "Richard Nisbett e Lee Ross (1980) revisaram a pesquisa sobre este tópico, definindo e ilustrando algumas estratégias comuns:
1 - Damos pouca importância a informações abstratas e estatísticas. Ficamos impressionados com alguns relatos vívidos, arrebatadores e concretos. Se um amigo contar sua experiência traumática com um Volvo defeituoso, você poderá rapidamente esquecer todo histórico da Volvo. Se o jornal noticiar um desastre aéreo provavelmente ignoramos as estatísticas que sugerem ser o avião o meio de transporte mais seguro para viajar a qualquer lugar quase.
2 - Distorcemos dados para que se encaixem em nossos modelos preexistentes, ainda que o encaixe fique meio desajeitado. Somos lentos para rever nossas idéias. Frequentemente ignoramos provas esmagadoras de que estamos enganados.
3 - Partindo de amostras pequenas e atópicas, fazemos generalizações para populações inteiras. Temos idéias formadas sobre um feminista típica , em esportista malhador, uma dona de casa, um homossexual ou um soldado vietcongue? Qual o tamanho da amostra em que se baseiam suas idéias?
4 - Deixamos de ver revelações que de fato existem, talvez, em parte porque tendemos a nos agarrar a velhas idéias. Na verdade o exercício mantém as pessoas desperta.
5 - Confundimos correlação com causa. Mas não podemos admitir causa.
Cometemos todos esses erros na vida cotidiana , acreditam Nisbett e Ross, porque estamos sobre carregados de informações. Para usar os dados , precisamos simplificá-los de alguma forma. Porém, poucos de nós têm treinamento em princípios científicos e instrumentos que auxiliem nessa tarefa. Se fôssemos melhores como cientistas, todos nós nos beneficiaríamos.
O método científico compensa plenamente o trabalho.É hoje de longe, a maneira mais poderosa que conhecemos de acumular um conjunto acurado e preciso de informações internamente consistentes.
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